terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Um tempo, pra quem "hora"...

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Antes novo, do que velho.

Todos anos são assim... Todos os fins de anos são assim...

Prometemos coisas que na maioria das vezes não cumprimos e chegando tal época de outro ano, você mesmo sabendo que não cumpriu a promessa do passado, vai lá e promete de novo. Por que? Talvez o desejo das coisas melhorarem, ou até mesmo uma ânsia de ver tudo perfeito.


Ano vai, ano vem, ano velho... Ano novo.

Vamos fazer um ano novo, novo, sem antiguidades, sem passado, vamos fazer um ano novo do presente, do futuro, dos teus benefícios, esforços, lutas... Entre tantas coisas que você pode conseguir com suas próprias mãos ou até mesmo pensamento, sem se quer, levantar.


Até breve ano novo.

Não volte ano velho, não que eu tenha preconceito, mas pretendo te enterrar, nesse mundo... TODOS tem sua hora, chegou.

Repousar.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Impulsividade.

Atitudes rápidas, geram arrependimentos longos.
Tão longos, tão longos...
Que nesse caminho, não se pode ir andando, com teus próprios pés.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Medo desnecessário

Certo.
Estou parado, mas por que? Por que? Eu não posso parar, preciso me jogar, preciso perder esse medo, preciso transformá-lo em medo maior, pra que eu possa ultrapassá-lo. Virar coragem? Não sei, seria tão mais fácil agir, do que falar, falando, eu não agiria da forma, que eu faria.

Eu não entendo, você não entendeu. Ninguém vai entender.
São coisas de momento, coisas do coração, só que ele bate muito forte em horas que não são apropriadas, em horas que o pulmão deveria corresponder para que a respiração pudesse fluir melhor.

Flua, ai, o ar, pena que daqui a pouco ele dorme... Começa a voar, quando irei encontra-lo de volta? Só o pulmão sabe.

Coração!
Bate mais forte, preciso respirar ofegante, por favor, bate.
Bate?!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Voei.

O vento leva, o vento trás
Uma hora pode ser fraco, outra hora forte
Quando faz calor, o vento é quente, quando frio, gelado
Quando não sentimos brisa alguma, aí eu não sei, acontece

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O jovem que desistiu.

Quando se tem tristeza, a vida se torna longa, nunca vai acabar, nos afogamos em choros, nos arranhamos em lenços e os olhos ficam com aquela vermelhidão, colando-se com a palidez. Quando se está feliz, insistimos que passa rápido e que nenhum momento longo apaga, prometemos coisas, ficamos cegos, eu não sei, mas tal longidão, o longo caminho feliz, é só meio metro, pra um quilômetro de tristeza que nos convém.

Então vem tristeza, vem, bate na porta, dessa vez eu te deixo entrar...
Só não te ofereço café, remédios sedativos e pensamentos suicidas, pois esgotaram-se em mim.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Viver

É tão bom?
Acho que estou me sentindo morto. Problemas fazem isso!
Não consigo respirar, não estou dizendo isso para que o texto fique filosófico e sim porque o problema de saúde me consumiu, não consigo, um lado de mim parou, um lado de mim não respira mais.

"Um lado de mim, sou eu"

Machuca ser eu, machuca ser quem sou, machuca e vai machucar sempre. Porque o passado não passa, o passado é sempre presente, o presente que sempre vira passado, mas o passado nunca deixa de ser O presente.

Devemos mudar o nome? Inverter? Acho que não, porque aí... o presente, acabaria no choro, como o passado, tá me fazendo "ser" agora.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Voltar?

Eu sempre estive aqui...
Não ouça meus dedos...
Escute minha voz.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

E o sentido?

Fui enganado.
Não sei, muito tempo da minha vida fiquei pensando e pensando, será que é o certo? Será que o que dizem pra mim é verdadeiro?

Eu acreditei.
Não me arrependo.

Algumas coisas foram verdadeiras, outras não passaram de mentiras, de tiradas... ilusões. Como um truque de mágica, achamos legais objetos sumirem, pessoas levitarem, coelhos pularem de cartolas. E sentimentos desaparecerem. Sentimentos? Sim, por algumas vezes, somem, até o mínimo do mínimo.

Sumiu.

Como truque de mágica! Ilusionismo.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Eu desisto.
A cada batida de coração, mais lento fica.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Faltou ar.
Não consigo respirar, preciso de tempo, preciso de ajuda.
Eu preciso repousar.

Faltou força.
Não consigo levantar, preciso comer, preciso de um tempo pra acostumar.
Eu preciso de uma vida.

Repousei.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Um motivo.
Surge dois, porque sobre-sai o anterior que estaria competindo com o principal.
Dois motivos.
Surge três, porque sobre-sai o anterior que estaria a competir com o principal rival do anterior.
Três motivos...

Haja motivação.

domingo, 25 de julho de 2010

domingo, 6 de junho de 2010

sexta-feira, 12 de março de 2010

Três é impar.

Assim como dois é um número exato para a felicidade, três é o número certo pra tristeza, ódio e rancor de um... Dos dois.
Vivem dizendo que três é demais. Seria verdade isso? Já parou pra pensar que essa terceira pessoa poderia ser melhor do que a segunda, que está contigo fazendo você ser o primeiro? Que embolação de números, não acha? Imagina esses números, se somando e só aumentando seus problemas.

É, os teus.

Aquela conta que não dá um resultado exato. Um mais um = dois. Sobrou um, que na sua primeira falha, somara três e fará diminuir por um, que voltará a ser dois e essa terceira pessoa, será a que um dia foi dois.

Chega aqui, vou te fazer uma pergunta, só seja sincero comigo. Feito?
- Você não está entendendo absolutamente nada, não é? Eu sei que não, pela sua cara, isso tornar-se perceptível.

Olha que engraçado, estou falando de você que está lendo, na terceira pessoa. Esse número três, em, te persegue, nos persegue. Se o três complica, imagine o quatro. Imagine de outra forma, não aquela que pode formar dois casais. Mais sim aquele quatro que quer dividir com dois e ficar ele lá, no bem bom.

Com você.

terça-feira, 9 de março de 2010

Iára.

Lembra quando criança?
Eu sei que você deve lembrar, você tem que lembrar, a sua doença não afetou sua memória, não é? Eu sei que não. Pessoas zombando de mim, você estava lá comigo. Junto de mim.

Você latiu.
Eles correram.

E o tempo passou, entre palmadas, cadeiras, sapato, roupas estraçalhadas, restou um garoto que cresceu, mas nunca te abandonou. Ele cresceu, você também, ele certamente viverá um bom tempo. Mais e você? E você? Só tem quinze anos, ainda é uma adolescente.
Quando criança, eu pensava que você estaria lá, na minha nova família, com meus filhos, minha mulher. Eu errei contigo, teve um tempo que te deixei de lado.

Meu Deus. E você sempre esteve lá, eu te esnobando e você lá. Como pode? Como pode?
E eu agora digo.
- Como pude? Como pude fazer isso?

Arrependo-me, choro e sinto falta. Você estava ali deitada, calma, serena, esperando... Esperando o pior. Esperando o pior pra nós, que no momento é pior pra mim. Eu passo perto de você e você ergue o olhar com um jeito triste, me dizendo tchau. Hoje sentei do seu lado, ontem também. Dois dias pra quem merece cada milésimo da minha atenção. Queria que você pudesse ler isso, olhe pra mim, olhe. Tente ler o que em meus olhos, tente ver o que essa lágrima de agora transmite, por favor?

Levante a cabeça, deixe eu fazer cócegas na sua barriga ou na sua orelha. Late pra mim, por favor, agora.
Você que era a gulosa, que acabava primeiro de comer só pra ir pegar a ração dos outros. Você que sempre era esperta, se curvou, deu um tempo, um tempo definitivo nessa esperteza.

Cadê meu quarto sujo?
Cadê?
Cadê as madrugadas sem dormir, porque você não parava de latir?
Cadê?
Cadê você pulando no portão, fazendo barulho, só pra que eu pudesse ir lá e... te olhasse.
Cadê?
Cadê você com medo dos trovões, da chuva, até mesmo dos fogos de Natal e Ano Novo.
Cadê?

Você ainda está aqui, mas você quer partir, não é? Eu te deixo ir... Só não se esqueça de mim, não esqueça não, minha mamute, minha bruta, minha safada, meu amor. Meu cão. A sua família, sentirá saudade.

Sim.
Sentirá.
Fique com Deus. Eu amo você!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Turbulência.

Quem nunca sofreu... atire a primeira pedra!
Seja por amor, amizade, problema familiar. Atire! Atire se for capaz, atire se você for o único no mundo com uma diferença extraordinária, um escolhido.

Se manifeste! Apareça. Eu atiro por você... se você der sua palavra de compartilhar isso convosco.
Eis que surge um piar na multidão:
- E..eu.

Olho para trás, um silêncio só... pela primeira vez na vida, o silêncio fez barulho, criou som. E eu digo:

- Você nunca sentiu ódio? Você nunca sofreu por amor? Amor... um dos mais difíceis de lidar, não com amor e sim o "desamor" quando aquilo acaba, ainda resta amor em um dos dois. Ainda existe, daí o sofrimento, como é ruim querer deixar de amar uma pessoa e não conseguir. Como é ruim. Família? Primos, pais, avós, tias, tios, etc... uma briga entre esses meios, machuca, pois você convive com eles, pois você conhece desde o princípio, desde sempre. É ruim. Amizade, descarte, descarte a pessoa. Descartar é o difícil! Jogue a carta, quem fizer mais ponto, ganha e não sofre.

Pare com esse barulho! Falem algo.

- Fecho os olhos e sorrio.

Eu posso te ver. Sim, eu posso... é você silêncio! É você.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Afetividade

Qual a primeira coisa que vem na sua cabeça quando a palavra "aféto" aparece diante de teus olhos?
Amor? - certamente foi a primeira -
Amizade? - possível... não seria tão previsível quanto amor -

Qual a primeira coisa que vem na sua cabeça quando a palavra desaféto aparece diante de teus olhos?

Ódio? - lembra daquele amor citado ali em cima? ela se tornou... um carma, não é? - Se abra.
Raiva? - o amor quase sempre faz você sentir isso, faz você ir ao céu e morar no inferno - Se abra.

Aféto, desaféto, ódio, amor.
Palavras de certa forma iguais, palavras que te levam sentir coisas próximas uma da outra. Ódio... de quem amou. Desaféto... um caso não correspondido, uma frase mal interpretada, um romance mal resolvido. O que essas tais palavras significam pra você?
-Nada?
-Tudo?
-Muita coisa?
-Quatro lições de vida?

Responderei por mim. Nada e tudo. Porque não há nada que dura pra sempre. Não que vá acabar e sim porque a morte sempre chega. E ao mesmo tempo isso é tudo. Tudo que durou e tudo que vai ficar guardado, esse "tudo" que nós vivemos. Estranho, porém faz refletir, viver mal, viver bem, viver triste, viver alegre. Viva triste! Mas sorria pro mundo. Viva alegre, feliz! Mas chore as vezes pro mundo, regue as plantinhas, regue os teus próprios frutos.

Deixe-os crescer, deixe seus frutos cairem... amadurecerem e fazer as mesmas burradas, os mesmos acertos, que o mesmo que plantou.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Erros

Quem nunca errou atire a primeira crítica.
Difícil errar, bem dificil, não que seja difícil de cometer erros, difícil deixar de errar. Nós todos erramos, somos seres humanos, fomos feito de falhas, de orgulho, de amor, de simpatia, de medo, de maldade, entre tantas coisas, sejam elas boas ou ruins, no fim de algum jeito sempre vai resultar em um erro. Erros, os erros, ah os erros. Erros bons, erros ruins, erros que aproximam, erros que afastam, somente erros.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Um fanático

Desde os primórdios, meu Flamengo.
Será que teria como te limitar com palavras? Sendo que no sentimento, nas palmas, nos gritos, nas lágrimas caindo diante de nossos olhos e dos inumeros sorrisos rasgando nossas faces demostre boa parte disto. Não tem, não tem como falar, criar uma limitação, uma barreira que a cada ano é quebrada com títulos, conquistas, por sua virtude, sua humildade não compreendida. "És o maior do mundo". Essa afirmação falaria por mim, fala por mim. Essa afirmação fala por todos nós, por 35 milhões de pessoas. Uma nação, a nação rubro negra, um só sentimento que tomou conta de mim desde o primeiro minuto de vida. Cresci, Flamengo também cresceu. Chorei. O Flamengo também já chorou. Gritei. O Flamengo nos fez gritar!

Estou contigo na dor, no choro, na alegria, Flamengo. Terei um orgulho de estar lá, naquele palco e faze-lo balançar a cada pulo, cantando pra você, cantando pro Maracanã, cantando pro mundo. Assim um silêncio tomava conta de nós por alguns segundos, o canto do século, da vida, ecoava. E aquela multidão, o famoso povão, a nação, a maior do mundo quebrava o silêncio com aquele canto: Uma vez Flamengo, sempre Flamengo, Flamengo sempre eu hei de ser, é meu maior prazer, vê-lo brilhar, seja na terra, seja no mar. Vencer, vencer, vencer, uma vez Flamengo, Flamengo até morrer. Na regata ele me mata, me maltrata, me arrebata, que emoção no coração, consagrado no gramado, sempre amado, o mais contado nos FlaxFlu's, é o aí Jesus. Eu teria um desgosto profundo, se faltasse o Flamengo no mundo. Ele vibra, ele é fibra, muita libra já pesou, Flamengo até morrer, eu sou!

Quem sou?

Um jeito complicado.
Não sou nenhum estereótipo de homem certo, muito menos perfeito. Tenho um jeito estranho, uns gostam, outros nem tanto. Cada um com seu cada um, opiniões. Tento agradar, faço o possível, meu jeito ironico, sarcástico, idiota e pode-se dizer carente, pode criar duas imagens dentro de sua cabeça: - sim ou não? bom ou ruim? - Mas isso será dentro da sua cabeça, não dá minha, não irei ajudar você no meu auto julgamento. Minhas palavras aqui, por mais que sejam simples, não são jogadas ao vento em vão. Fará você dizer por si só. Se eu aparento ou não ser uma pessoa digamos de boa conduta, legal ou não. Isso aqui não irá dizer muita coisa, ajudar sim, desvendar-me não, converse comigo pra saber, amizade sempre é bem vindo, você é sempre bem vindo. Olha e veja, não sou um dragão de sete cabeças, nesse caso, só tenho uma. Vou tentar ser o mais legal contigo possível, só espero que seja reciproco da sua parte, meu caro.
Combinado?